Menu

Os Jetsons - 1962 Destaque

Os Jetsons (The Jetsons) foi um desenho animado produzido por Hanna-Barbera de 1962 a 1963, exibido aqui na TV Excelsior (posteriormente, teve uma nova versão nos anos 80, essa exibida pelo SBT). Essa série introduziu no imaginário da maioria das pessoas o que seria o futuro da humanidade: carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado, toda sorte de aparelhos eletro-domésticos e de entretenimento, robôs como criados, etc. De certa forma, esse futuro ideal é satirizado nos desenhos atuais de Futurama.
George Jetson trabalha três horas por dia e três dias por semana, e durante este curto espaço produtivo fica sob as rédeas de seu tirânico chefe Sr. Cosmo Spacely, proprietário da empresa Spacely Space Sprockets (os episódios mais típicos envolvem as histórias em que George é promovido ou rebaixado na empresa, cuja concorrente direta é a Cogswell Cogs, dirigida por HG Cogswell).
Os Jetsons vivem em um apartamento automatizado na cidade, onde todas as casas e empresas estão elevados acima do solo em colunas ajustáveis, em um estilo reflexivo da arquitetura que lembra o tema do Los Angeles International Airport, em Los Angeles, Califórnia.
George vai para o trabalho em um aerocar parecido com um disco voador envolvido por uma bolha transparente, e sua vida cotidiana é caracterizada por um ritmo comicamente vagaroso devido à incrível sofisticação e ao número de dispositivos eletrônicos que lhe poupam trabalho (ocasionalmente eles quebram trazendo resultados cômicos). Seu trabalho diário consiste em pressionar um único botão no computador e, apesar disso, muitas vezes o personagem se queixa de seu desgastante trabalho árduo e as dificuldades de viver com o restante do tempo que lhe sobra.
Outros membros da família incluem Jane Jetson, sua esposa; a filha adolescente Judy e o filho gênio e pré-adolescente Elroy. A manutenção do apartamento é feita por um robô empregada, Rosie, embora ela tenha aparecido somente em dois episódios da série original da década de 60, excluindo sua aparição no créditos de encerramento (nos anos 80, ela faz muitas aparições).
O cão da família, Astro, pode balbuciar palavras, e os nomes de locais e eventos são frequentemente trocadilhos ou derivados de uma analogia à situações contemporâneas vistas de forma futurista, mesma técnica utilizada em Os Flintstones onde haviam ligações distorcidas com a idade da pedra. From Wikipedia. Tradução/adaptação livre: Vitor Pinheiro.

Mídia

voltar ao topo